Quando somos amados

10-05-2011 01:46

Vários anos atrás, um ministro de Detroit chamado Edward Farrell foi visitar pa-rentes na Irlanda numas férias de verão de duas semanas. Seu único tio vivo iacomemorar oitenta anos. No grande dia, Ed e seu tio se levantaram cedo. Era antes do alvorecer. Saíram para caminhar nas margens do lago Killarney e então pararampara observar o nascer do sol. Ficaram lado a lado por vinte minutos e depois continuaram a caminhada. Ed fitou o tio, vendo que o rosto deste se abria num grande sorriso. O sobrinho então lhe disse:

— Tio Seamus, você parece tão feliz.
— Estou mesmo, rapaz.
— Quer me contar por quê? — perguntou Ed.
Ao que o tio responde:
— O Pai de Jesus gosta muito de mim.

 

 Como você responderia se lhe fizessem a seguinte pergunta: “Você sinceramen-te crê que Deus gosta de você, e não apenas o ama porque teologicamente tem de amá-lo?” Deus necessariamente ama, porque é de sua natureza; sem a geração interior e eterna de amor, ele cessaria de ser Deus. Mas, se você puder responder “O Pai gosta muito de mim”, você receberá uma tranqüilidade, uma serenidade e uma atitude de compaixão para consigo mesmo que refl ete a própria ternura de Deus. Em Isaías 49:15, Deus diz: “Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que aindamama e não ter compaixão do fi lho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, eunão me esquecerei de você!”. 

 

Ninguém conseguirá resistir a você todos os dias da sua vida.
Assim como estive com Moisés, estarei com você;
nunca o deixarei, nunca o abandonarei.

                                                                                             Josué 1:5

 

Livro: Meditações para Maltrapilhos - Brennan Manning